quarta-feira, julho 20

trekkies

acho por bem dizer que sempre odiei o fenómeno "Star Trek", fosse a série original, os filmes antigos ou os mais recentes (com o palhaço sobrestimado do Shatner ou o careca que nem sabe onde se meteu do Picard), as naves pindéricas e pavorosas, tudo e todos me irritam e são secantes e potenciais criadores de tótós - um gajo que gosta do William Shatner ou é tótó ou é um vegetal.

e isto faz-me lembrar uma história. em 1995, uma «outra-vez-reciclada-e-com-novo-nome-e-personagens-anormais» série televisiva do Star Trek, a chamada "Deep Space 9", teve uma cena de um beijo subliminarmente lésbico. Subliminarmente porque uma das fêmeas era a reencarnação de um homem que tinha sido casado com a outra fêmea que ia receber o beijo. A cena foi tão quente que pelos vistos tornou-se o "ex-libris" dos beijos homossexuais e lésbicos.

no entanto, a comunidade homossexual e lésbica, nomeadamente (e agora preparem-se para rir e imenso) o grupo "U.S.S. Harvey Milk" (LOL, com licença), não ficou satisfeita e queriam actores homossexuais e lésbicos que se mantivessem durante as temporadas e interagissem e podessem apaixonar-se e evoluir.

e agora pergunto eu: com actores como o William Shatner ou o Leonard Nimoy, com aquelas roupinhas de lycra azul bebé, com aquelas poses e tal... não vos chega?!